Num tribunal de uma pequena cidade, o advogado de acusação chamou a sua primeira testemunha, uma avó de idade avançada. Aproximou-se da testemunha e perguntou: - D. Ermelinda, a senhora conhece-me? - Claro. Conheço-te desde pequenino e francamente, desiludiste-me. Mentes descaradamente a todo o mundo, enganas a tua mulher com a secretária, ainda fizeste um filho na tua cunhada, e deste-lhe dinheiro para se livrar da barriga, manipulas as pessoas e falas mal delas pelas costas. Julgas que és uma grande personalidade quando não tens sequer inteligência suficiente para ser varredor. É claro que te conheço. Se conheço... O advogado ficou branco, sem saber que fazer. Depois de pensar um pouco, apontou para o outro extremo da sala e perguntou: - D. Ermelinda, conhece o defensor oficioso? - Claro que sim. Também o conheço desde a infância. É frouxo, não tem tomates para manter a mulher na linha, ela anda a fornicar com os empregados da casa, o motorista, o jardineiro e até o carteiro dorme com ela, todo o mundo sabe, tem problemas com a bebida, não consegue ter uma relação normal com ninguém e na qualidade de advogado, bem... é um dos piores profissionais que conheço. Não me esqueço também de referir que engana a mulher com três mulheres diferentes, uma das quais, curiosamente, é a tua própria mulher. Sim, também o conheço. E muito bem. O defensor, ficou em estado de choque. Então, o Juiz pediu a ambos os advogados que se aproximassem do estrado e com uma voz muito baixa, diz-lhes: -Se algum dos dois perguntar à puta da velha se me conhece, juro-vos que vão todos presos!
Duas pulgas encontran-se à entrada do cinema, uma delas constipada tossia. A outra pergunta: -Oh, o que tens? -Olha, constipei-me, Vim de boleia nos bigodes de um motard. -À proxima vez apanha boleia nas cuecas de uma menina, vens mais quentinha. Quinze dias depois voltam a encontrar-se e a pulga que antes tivera estado constipada continuava igual. A outra voltou a questiona-la: -Então, não seguiste o meu conselho? -Eu segui, apanhei boleia nas cuecas de uma menina, mas quando dei por mim já estava outra vez nos bigodes de um motard.
Numa empresa portuguesa, por causa das fotocópias, foi emitida a seguinte circular:
Caros Colegas,
Pede-se encarecidamente ao pessoal da Empresa, que no momento de solicitar fotocópias ao colega da REPROGRAFIA, Srº João, o façam de uma forma clara e objectiva, completando as frases que escreverem. Acontece que os "post it"" adjuntos aos documentos por fotocopiar, e os pedidos escritos, têm causado problemas ao nosso colega de trabalho, que nos faz o favor de tirar as cópias, chegando ao extremo de lhe criar problemas conjugais. Como exemplo, citamos algumas notas de ""post it"" encontradas nos bolsos do nosso colega pela sua esposa.
- Por favor, João, depressa!...depressa!...Lindo! - João, faz-me como o fizeste da outra vez! - João, dá-me duas, rapidinho! - João, pelos dois lados... e presta atenção que por trás tem que ficar tudo. - Por favor, João, primeiro a mim, que estou aflita. - Quando tirares, faz com que se veja o melhor possível. - Pode ser sem pressa, mas que fique bem feito! - João, urgente! Podes meter-me no meio sem que ninguém perceba e fazer rapidinho? - João, pode ser pela frente e por trás. Se não conseguires, dá-me duas separadas. - Então, João, quando é que me fazes o trabalhinho? Estou a ficar aflita.
O filho pergunta ao pai: - Pai, como é que eu nasci?
O pai responde: - Muito bem, tínhamos de ter esta conversa um dia!!! O que aconteceu foi o seguinte: Eu e a tua mãe conhecemo-nos e encontrámo-nos num chat desses da net ,que existem para conversar. O pai marcou uma interface com a mãe num cybercafé e acabámos conectados na casa de banho do café. A seguir, a mãe fez uns downloads utilizando o hardware do pai e quando estava tudo pronto para a transferência de ficheiros , descobrimos que não tínhamos qualquer tipo de firewall instalada. Como era tarde demais para fazer escape , o pai acabou por fazer o upload com a mãe de qualquer jeito.